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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

PERGUNTANDO AO RUY SANTOS (2) VIA BLOG DO RUY SANTOS


Perguntando ao Ruy Santos II
Estamos publicando as perguntas mais frequentes com sua devida resposta.


01) Ruy, moro no Morro do Piracuya e com estas chuvas, estou com medo que possa ocorrer deslizamentos, assim como aconteceu no Rio de Janeiro, corremos este risco?



R – Acredito que não. As características de nossos morros são diferentes da Região Serrana do Rio. As formações de nossos morros por sua maioria são de rochas e não de terra o que dificulta esse tipo de tragédia. Entretanto se você perceber qualquer tipo de inicio de deslizamento saia de sua residência e informe a Defesa Civil, assim evitando maiores perdas.




02) Ruy , sou funcionário publico desde 2001 e estão falando que a Prefeitura está trabalhando para criar o nosso tão sonhado plano de carreira, é verdade?


R – É verdade. A administração contratou uma empresa para avaliar e criar um plano de carreira para os funcionários, a empresa ainda não apresentou a proposta.
Estou de acordo e me coloco ao lado de todos os funcionários públicos quanto a necessidade de um plano de carreira que possa não só tranqüilizar os servidores mas também que sirva de estímulos à todos.
No que depender de mim, vou trabalhar para implantar o plano apresentado. Se a proposta não for a mais adequada, acredito que deve ser implantada pois não podemos perder mais tempo, e ao decorrer, vamos adequando-a de acordo com as necessidades dos servidores.


Sou favorável e vou trabalhar para que todos os servidores tenham um plano de saúde pago pela Prefeitura. Desta forma teremos o primeiro passo para a implantação de um Pronto Socorro/ Hospital particular em Itanhaém além de estarmos cuidando do bem estar de nossos funcionários públicos. Também trabalharei para o adicional noturno em beneficio ao servidor.




03) A Prefeitura poderia inserir um Show Gospel em seus próximos eventos?


R- É verdade, hoje temos shows de vários tipos mas não temos um Show Gospel. No que depender de mim, vou trabalhar para que seja inserido nos próximos eventos a musica gospel. Alias em Setembro do ano passado, trouxe pela minha empresa um grande Show Gospel ,o da Sula Miranda , que foi realizado no Iate Clube com entrada franca.




04) Ruy, o Pronto Socorro está sempre lotado, a maquina de Raio-X estava quebrada quando precisei. O que pode ser feito para melhorar o Pronto Socorro?


R- A administração vai construir um novo Pronto Socorro, maior, moderno e equipado para atender melhor a população. Além do novo Pronto Socorro , vou trabalhar para criação de um Pronto Socorro Infantil, a criança teria um atendimento mais rápido e eficiente. Não podemos expor nossas crianças doentes e fragilizadas a doenças e infecções mais sérias e contagiosas. Com isso tiraremos uma grande demanda do Pronto Socorro o que também vai agilizar os serviços prestados aos usuários.




05) Ruy, é verdade que o Governo está rachado e você brigou com o Forssell?


R- Não é verdade. O boato de ter “brigado” com o Prefeito Forssell vem sendo plantado por alguns grupos políticos. O Governo não está rachado , entretanto existem divergências de pensamentos dentro de um grupo, o que faz parte da democracia.




06-) Por que o Carnaval foi cancelado?


R- Cancelado não seria bem o termo certo. Teremos um carnaval de rua e não desfiles de Escolas de Samba. Fiquei triste com essa mudança, pois se trata de uma festa tradicional da cidade onde a população de Itanhaém prestigia mais do que o turista, pois as escolas de samba passam o ano inteiro junto com as comunidades preparando o desfile na Avenida.


Sempre apoiei o Carnaval de nossa cidade e os desfiles foram reinseridos neste Governo e este ano por forças maiores, essa mudança. Pena! Neste ano seria homenageado por uma escola de samba. Entretanto o que vale é a intenção e o carinho da população, coloco-me a disposição das Agremiações em suas atividades e Contem sempre Comigo!




07) Ruy, você seria candidato sem o apoio do Forssell?


R- Sem duvida o apoio do Forssell tem muito peso político e pessoal, até mesmo porque somos parceiros trabalhando em prol de Itanhaém. Tenho amizade e respeito por ele e a nossa história é lincada, até mesmo porque fui eu que convidei o Prefeito Forssell para o PSDB quando era Presidente do Partido no Município.


Tenho um sonho e uma carreira de trabalho político que não deve ficar no vazio e não há outro caminho, quero concluir minha vida publica sendo Prefeito. Então serei candidato de qualquer forma, sem significar uma briga com o Prefeito Forssell. Na vida publica, é natural parceiros seguirem caminhos diferentes e continuarem amigos. Tenho experiências de vida, são mais de vinte cinco anos de Profissão e Formação, são dez anos de vida publica honrados , como vereador e duas vezes vice- prefeito, assumi varias secretarias e estive a frente do Governo por diversas vezes, Tenho curso Superior e técnico, duas pós graduações, trabalhei em Multinacional e em grandes empresas, fui Presidente do Diretório Municipal do PSDB, a 20 anos sou dono de uma empresa do ramo da construção civil e Conto com um numero grande de amigos que me apóiam neste projeto, o que me da a certeza que estou preparado para assumir o cargo pretendido, o de Prefeito.


Tenho certeza se eu não tiver o apoio do Forssell neste sonho e trabalho, o bom senso prevalecerá entre nós como sempre foi, é e será. Entretanto trabalharei pelo apoio de grandes nomes políticos da Região, entre eles o do meu amigo e Prefeito Forssell.


Você também pode perguntar ao Vice- Prefeito Ruy Santos, através do blog ou pelo nosso E-mail rsitanhaem@gmail.com. Se sua pergunta não foi respondida aguarde a próxima publicação.


Muito obrigado a todos e até um próximo Perguntando ao Ruy Santos.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

O FUTURO DO PSDB

Navegar é preciso. Foram-se as eleições de 2010, com nossas derrotas e vitórias — que deixaram importantes lições — a indicar qual o nosso ponto de partida para a construção do futuro. Vale, portanto, uma reflexão para traçarmos metas e estratégias.

Inicialmente é preciso compreender a outra face dos 44% obtidos no segundo turno presidencial. Pois, se é certo que apontam um peso substancial do eleitorado (vide estamentos mais informados e autônomos em todo o tecido social), por outro lado, representam o que tem sido o nosso "teto", e, por mais eloquente que seja, ele é, e será sempre, insuficiente para a vitória.

Ou seja, como ponto básico, será imprescindível a conquista de uma parte maior das chamadas classes D e E. O Serra enxergou isso e tentou atraí-las. Não foi à toa que propôs os 600 reais para o salário mínimo, os 10% de aumento para as aposentadorias do INSS em geral e até mesmo a ideia de instituir o décimo terceiro para os beneficiários do Bolsa Família. Infelizmente, o horário eleitoral sozinho não resolveu. Nos faltou a retaguarda de trabalho de base, acumulado e assíduo. Isto é, discurso e prática, bem antecipados no tempo. Não adiantava propor, era preciso convencer.

Ainda, para agravar a situação — e por obra competente e sofisticada dos nossos adversários —, fez-se crescer na sociedade a percepção de que o PSDB é elitista, dos ricos. E, não tem jeito, enquanto esse "demolidor conceito" perdurar, essa casca de banana estiver por aí, as nossas chances de vitória se limitarão a uma bola na trave. Nesse cenário, vale instituir como um preceito básico para a ação política do PSDB a proximidade e a identificação umbilical com as massas, com o povo mais simples e carente, que, ao fim e ao cabo, decide a eleição. E para quem as políticas públicas devem ser prioritárias, aliás — na busca de uma sociedade mais justa.

Diante deste breve diagnóstico, é indispensável o partido definir se está disposto a esse desafio. Em outras palavras: é hora de produzir uma espécie de "esclarecimento ideológico", pois será ao redor de uma nova, clara e estimulante diretriz que as pessoas se aproximarão, se aglutinarão e partirão para a luta conosco.

Será uma tarefa árdua, porquanto a práxis política brasileira, hoje, está reduzida aos objetivos de uma mera expectativa de poder. E isso não pode ser tudo, mas tem sido tudo. Aliás, a ausência de nortes programáticos coerentes, ou melhor, a presença avassaladora do pragmatismo é que vem gerando a depreciação dos partidos perante a sociedade (para a felicidade dos oportunistas, que, no nosso caso, usufruíram do PSDB e se debandaram). É essa a cultura política que desejamos?

Para não cairmos nessa vala comum, cabe indagar: o que é ser social-democrata, progressista, numa perspectiva do nosso enquadramento na história e na formulação sobre o futuro? Certamente, as respostas virão de amplos e profundos debates. Mas penso que o nosso marco inicial será resgatar aquilo que foi a maior vitória para a classe trabalhadora nas duas últimas décadas: a estabilidade da moeda, por exemplo.

Para construir este receituário, precisaremos antes de tudo desprendimento e entusiasmo. Abrir o partido à sociedade, trabalhando os meios digitais ao máximo. Acordar e atrair para uma vida mais orgânica aqueles simpatizantes que estão por aí, anônimos, aos milhares. Ir aos ditos segmentos organizados em geral, inclusive aos sindicatos, e travarmos o debate aberto. Estabelecer conexão direta com os jovens. Pensarmos nacionalmente sim, mas localmente também. Agirmos em ambos, para termos condições de lançar no próximo ano candidatos a prefeitos em todos os municípios onde exista o PSDB — alicerce indispensável para o projeto nacional.

Acredito num caminho mais saudável para o trabalho político, para ser percorrido, muito além das fronteiras de São Paulo e Minas, com o mesmo êxito. Precisamos avançar, sobretudo, nos estados onde nos encontramos fragilizados, pavimentando com segurança a estrada para elegermos o presidente da República. A alma deste processo de revitalização estará no conteúdo de uma nova e moderna linha programática tucana, e as vitórias se expressarão no suor de nossa dedicação. Tucanos! Vamos ao dever de casa?

OTAVIO LEITE é deputado federal (PSDB-RJ).



* Texto publicado no Globo de hoje

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

A DISTÂNCIA ENTRE A PREPARAÇÃO E O INTERESSE PELO PODER

O professor e cientista politico,Francisco Moreira,apesar de reconhecer que a preparação dos quadros são importantes para as disputas eleitorais,critica o fato de os partidos só trabalharem em função das eleições.



Até setembro deste ano, os cidadãos que pretendem concorrer aos cargos de vereadores e prefeitos em 2012 já devem estar devidamente filiados nos partidos políticos em que desejam disputar as eleições. Esta exigência, que vem do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é o principal motivo da realização, por parte das siglas estaduais, de encontros para novas filiações que devem ocorrer durante 2011.



Nada de anormal até aí, não fosse, segundo o professor e cientista político, Francisco Moreira, o fato de os partidos políticos só trabalharem em função das eleições. “Na verdade, muitos partidos funcionam unicamente no períodos eleitorais”, criticou o cientista.



Para Moreira, o que existe é a ausência de siglas que participem da política da maneira como a população “espera”. “Nos períodos que não sejam de eleição, o que se espera é que eles preparem os seus quadros e realizem cursos efetivamente”, ressaltou Moreira, que também apontou que os partidos têm obrigação de zelar pelo seus programas e corrigir erros cometidos no decorrer das eleições.



Temáticas relacionadas à saúde, educação, meio ambiente, segurança pública e transporte urbano deveriam ser, de acordo com o professor, tratadas e estudadas com frequência pelos partidos. “Eles passam ao largo destas questões”, criticou.



No entanto, ele reconhece que a preparação dos partidos para as disputas nas urnas no próximo ano é um passo à frente dado pelas siglas. “O fato dos diretórios municipais estarem se preparando na perspectiva de 2012 já é algo positivo”, assume.



Críticas

Além da insuficiência na formação política das siglas, outro aspecto incomoda o cientista: o crescimento dos partidos em função da “atração pelo poder”.

sábado, 1 de janeiro de 2011

PARA ALÉM DA DISPUTA

Começou neste sábado um ano ímpar. Para a política, um tempo de entressafra, já que as disputas eleitorais acontecem apenas em anos pares. Vamos entrar naquele período em que os partidos ficam em banho-maria. Uns integrantes vão confabular sobre o que fazer para tirar o máximo de proveito - em vários sentidos - da vitória do ano anterior. Outros, vão continuar lambendo as feridas das derrotas sofridas. Isso, os medíocres, aventureiros e oportunistas. Os verdadeiros homens públicos, ora abrigados em legendas partidárias e cargos eletivos, saberão aproveitar este ano que começa para amadurecer ideias, coletivamente, e alimentar o debate sobre nossos desafios. Independentemente da briga pelo poder.

Vamos trabalhar 2012 vem ai!
AcreditaRSempre vale a pena.